As lesões tendíneas são frequentes em equinos, principalmente em animais atletas, e podem ocorrer após esforço excessivo, sobrecarga repetitiva, trauma ou movimentos inadequados. Além de comprometerem o desempenho esportivo, apresentam elevada taxa de recorrência quando o processo de reparação não ocorre de forma adequada.
Essas lesões podem causar dor, aumento de volume, calor local, claudicação e redução do desempenho. Como os tendões apresentam vascularização relativamente reduzida e limitada capacidade de reparação, esse processo costuma exigir acompanhamento veterinário, controle de exercício e reabilitação adequada.
As células-tronco mesenquimais possuem propriedades anti-inflamatórias e imunomoduladoras. Seus efeitos ocorrem principalmente por meio da liberação de biofatores, que auxiliam na modulação da inflamação, favorecem a organização das fibras de colágeno e contribuem para um ambiente mais adequado aos processos naturais de reparação do tendão. Além disso, as CTMs apresentam potencial de diferenciação em células do tecido tendíneo, o que pode contribuir para o processo regenerativo em determinadas condições.
A BIO CELL by Vetnil atua com terapia celular em casos de lesões tendíneas em equinos. O tratamento é definido de forma individualizada, de acordo com o tendão afetado, a extensão da lesão e a avaliação do médico-veterinário.
A resposta ao tratamento pode variar conforme o tendão acometido, a extensão e o tempo de evolução da lesão, além do protocolo de reabilitação, do manejo do exercício e das condições clínicas de cada animal.
Paciente: Peptos
Espécie: Equina
No exame ultrassonográfico realizado em 30/10/2025, observava-se uma área focal hipoecoica e heterogênea, associada à alteração do padrão fibrilar da estrutura examinada. Esse aspecto pode estar relacionado à lesão das fibras, edema e inflamação.

No ultrassom de acompanhamento realizado em 10/12/2025, a região alterada apresentava aspecto visualmente mais organizado e possivelmente menor ou mais preenchido por tecido ecogênico.
A comparação entre os exames sugere evolução do processo reparativo, com aparente melhora da organização da estrutura avaliada.
A interpretação deve ser associada ao exame clínico, às mensurações ultrassonográficas e ao laudo do médico-veterinário responsável. Somente pelas imagens fornecidas, não é possível determinar o grau exato da lesão, o prognóstico ou a liberação para retorno às atividades.


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