A paralisia do nervo facial é uma afecção neurológica que compromete a movimentação dos músculos da face e pode afetar um ou ambos os lados. Pode ocorrer em decorrência de traumas, compressões, inflamações ou lesões do nervo facial (VII par craniano).
Os principais sinais incluem queda da orelha, desvio dos lábios, fechamento incompleto da pálpebra, dificuldade para movimentar os lábios e apreender os alimentos, além do colabamento das narinas durante o exercício.
Nos casos mais graves, o animal pode deixar de se alimentar adequadamente, perder peso e ter sua qualidade de vida comprometida.
As células-tronco mesenquimais possuem propriedades anti-inflamatórias e imunomoduladoras. Seus efeitos ocorrem principalmente por meio da liberação de biofatores, que podem auxiliar na modulação da inflamação, contribuir para a proteção do tecido nervoso e favorecer um ambiente mais adequado aos processos naturais de recuperação da função neurológica.
A BIO CELL by Vetnil atua com terapia celular em casos de paralisia do nervo facial em equinos. O tratamento é definido de forma individualizada, após avaliação clínica realizada pelo médico-veterinário.
A resposta ao tratamento pode variar conforme a causa da lesão, o grau de comprometimento do nervo facial, o tempo de evolução do quadro e as condições clínicas de cada paciente.

Paciente: Caliandra
Idade: 7 anos
Raça: Mangalarga Marchador
Espécie: Equina
Sexo: Fêmea
Caliandra apresentava paralisia bilateral do nervo facial. Não conseguia movimentar adequadamente os lábios para apreender os alimentos e apresentava colabamento das narinas durante o esforço.
Devido à dificuldade para se alimentar, perdeu peso progressivamente e chegou a apresentar caquexia. Tratamentos anteriores com corticoides não apresentaram resultados.

Ausência de tônus muscular no lábio. Patologia detectada antes do início do tratamento com células-tronco.
A paciente recebeu três aplicações de células-tronco, realizadas em intervalos de 25 a 31 dias.
Após a primeira aplicação:
Melhora na movimentação dos lábios.
Ao final das três aplicações:
Caliandra voltou a apreender os alimentos e a se alimentar normalmente. Também deixou de apresentar colabamento das narinas durante os esforços diários.
Um ano após o tratamento:
A paciente permanecia com movimentos normais dos lábios e das narinas.

Caliandra se alimentando normalmente, ao fim do tratamento
“Por ser um animal utilizado para recria, a Caliandra não tinha mais funcionalidade no meu haras, já que não se alimentava e chegou a apresentar caquexia, prejudicando toda a reprodução dela. Após o tratamento com células-tronco, Caliandra conseguiu voltar ao seu peso e já pôde emprenhar novamente!”
Luis Fernando Nogueira, responsável pela Caliandra.

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